terça-feira, 4 de julho de 2017

                                                        Ferramentas Web 2.0


As tecnologias desenvolvem-se velozmente, são dinâmicas , interessantes e motivadoras, tudo o que é novo dá vontade de explorar. Será que funciona assim para a educação??
 
A educação não é de todo fácil, todos os alunos tem necessidades diferentes e esperam sempre mais por parte do professor.
 
No ensino a distância por vezes as coisas não funcionam tão facilmente quanto as pessoas de fora pensam.
Este tipo ensino requer muito trabalho e tempo, tanto da parte dos docentes como dos alunos, por vezes uma solidão emerge dentro de nós (alunos) e alguma vontade de desistir, mas do outro lado estão professores que despendem do seu tempo fora da hora do seu trabalho para nos motivarem. Motivarem como assim??
 
Explorando o que a web 2.0 nos dá,  uma data de ferramentas que bem estudadas se podem transformar em material didático, como os audiovisuais de aprendizagem ou por vezes um simples documentários que nos ajuda a perceber melhor o tema analisado.
 
Uma imagem, um som e palavras pronunciadas podem ser mais motivadoras , estimulantes do que o "despejar" da matéria inundada de letras.
 
Urge então que os professores , tenham formação para adquirir mais competências a nível das TIC, de forma a integra-las tanto no EAD como no presencial, no caso das escolas físicas estas devem estar munidas com todos os equipamentos necessários para a utilização das TIC.
 
As TIC abrangem quase tudo ao nosso redor , o nosso quotidiano, a vida profissional, o lazer e a educação. Por isso todos devemos ter o direito de ter uma educação para os média de forma a saber utilizar as tecnologias, para podermos seres cidadãos mais ativos e inclusivos na sociedade contemporânea.  
 
 

sexta-feira, 26 de maio de 2017


Bibliotecas Escolares e as Tecnologias

  Quando se fala em Bibliotecas Escolas, (BE) a imagem que me vem á cabeça, é a de alguém numa carroça com livros, distribuindo-os pelas crianças, estas correm em direção á carroça e com um sorriso nos lábios. Esta imagem reporta-me aos países do terceiro mundo.
  Felizmente que as coisas vão evoluindo e a tecnologia está lado a lado de quase tudo o que faz parte da nossa vida, uma delas é as BE.
  Gostaria só de vos deixar um exemplo de alguém conhecido, ele é invisual mas usa perfeitamente um computador, então juntamente com a Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia, esta é municipal mas está também destinada a alguns anos escolares, pode então atualmente usufruir dos livros em formato áudio (mp3) ou em formato digital, no qual o PC depois irá ler a partir de um programa específico para os cegos. A biblioteca está muito bem organizada, com listas de livros nestes formatos e á medida que vão aparecendo mais a biblioteca informa através de email (neste caso) o estudante/ leitor.
  Os bibliotecários têm tido um desempenho fundamental, quer via email ou telefónica, estes usufruem de uma literacia digital que é necessário em casos de ajuda.
  Como se pode verificar este é um exemplo que mesmo um ser humano com NEE pode utilizar uma biblioteca quando esta está munida de tecnologia atualizada.
  As BE devem responder às necessidades dos alunos por isso devem estar em constante evolução e preparada com equipamentos, recursos e serviços necessários, como também professores/bibliotecários competentes.
  Mas atenção, não é só implementar e tudo acontece, há que fazer um estudo prévio do que pode ser melhorado e como, esta deve ser organizada, estruturada, funcional e com uma boa gestão, pois além de ser um espaço de informação hoje em dia também se tornou um espaço de cultura, logo deve ser atrativo e aberto.
  A nível da tecnologia as Bes  estão a evoluir. A web 2.0 tem uma imensidão de ferramentas cheias de potencialidades de modo a que suportarem as necessidades dos alunos.
  Web 2.0 permite aos seus usuários serem não apenas recetores ou consumidores de informação, mas também comunicadores entre si e construtores ou produtores de conteúdo, sendo ao mesmo tempo utilizadores/autores (Santos et al, in Moreira & Monteiro, 2012). 
  Mas é importante referir que existem riscos associados a utilização principalmente da internet. O excesso de informação pode causar confusão e por sua vez incompetência na filtragem de informação.
  Além de se considerarem nativos digitais não implica que dominem tudo o que existe na internet.
  "Do mesmo modo, não podemos assumir que por nascermos em Portugal falamos e escrevemos corretamente o português (MARQUES E LAGARTO,2011)".
  Falando um pouco dos professores/ bibliotecários, este deve ter um papel ativo, não só no conhecimento de toda a informação existente na biblioteca, mas ter competências a nível das tecnologias, de pedagogia e deve apoiar os alunos e professores.
  Tudo isto tem um custo e a evolução das BE depende dos recursos financeiros existentes por parte das câmaras municipais, juntas das freguesias ou mesmo voluntários, por isso cada BE é diferente e única, mas é importante o trabalho de colaboração e partilha.
  As BE é um elo entra as escolas, pois os alunos passam muito do seu tempo lá, quer quando não tem aulas ou mesmo através de algumas visitas realizadas por docentes.
  Hoje o prazer de ir a uma BE é completamente diferente, mas continuam haver falhas seja por falta de recursos ou de má gestão, mas estamos o caminho certo, pois as crianças já vêm as BE como um lugar simpático e curioso.
 
Bibliografia
CONDE, E., (?), A Integração das Tecnologias de Informação e Comunicação na Biblioteca Escolar, disponível em http://elearning.uab.pt/pluginfile.php/502655/mod_resource/content/5/4_integracao_tic_be.pdf
Moreira, J. A. & Monteiro, A. (Orgs.) (2012). Ensinar e Aprender Online com Tecnologias Digitais: Abordagens Teóricas e Metodológicas. Porto: Porto Editora.
 
 

 
 

terça-feira, 23 de maio de 2017


As Novas Tecnologias e o Ensino Superior
  O vasto mundo das tecnologias digitais online, tem um poder imenso na vida de qualquer ser humano, seja a nível pessoal ou social. É um instrumento de partilha, integração, colaboração, cooperação e também de construção do ensino- aprendizagem.
  Posso dizer que neste momento esta é a minha realidade o meu presente, sou estudante do ensino superior em regime e-learning. Os dois regimes, virtual e presencial designa-se por b-learning.
  Os cenários de aprendizagem (virtual e presencial) pertencem á sociedade de informação e conhecimento, que dia para dia inova e vive a mudança num ápice, urge que os docentes estejam em constante evolução e formação lado a lado das Novas Tecnologias e as instituições devem apoiar e estar munidas dos instrumentos adequados e necessários, precisam de estar aptas com opções de aprendizagens que incluam as novas tecnologias.
  Partindo do pressuposto de que a aprendizagem combinada em cenários presenciais e virtuais é uma estratégia por excelência para enfrentar os desafios da sociedade de informação e do conhecimento (Hurringto, Reeves & Oliver, 2010; Rosenberg, 2001).
  Um desafio aliciante para os docentes, onde o receio ficou para trás, as mentes abertas estão presentes e elaboram-se estratégias inovadoras e motivadoras, a partilha, cooperação e colaboração fazem parte deste regime de ensino – aprendizagem.
  Devem ter um papel de guia, facilitador e de orientador em toda a informação existente pela Web fora, de maneira ao aluno consiga filtrar, gerir a informação com mais veracidade e utilidade. Os alunos devem desenvolver as suas competências, espírito crítico e criatividade.
Os professores devem fornecer os recursos adequados e necessários aos alunos para que estes possam ser autónomos na sua aprendizagem Gonzalez e Louis referem: “ (…) é essencial para manter o contato constante e estabelecer uma outra ligação os estudantes. Essa ligação permite que os estudantes saibam que o apoio está disponível apenas a um clique de distância, mas, ao mesmo tempo, proporciona-lhes uma sensação de liberdade nas áreas que consideram importantes. Essas ferramentas também promovem a comunicação autentica em ambiente digital e ao mesmo tempo ajuda a prepará-los para o local de trabalho tecnológico do futuro [22], (p.32).”
 
MOREIRA, J. A. & MONTEIRO, A. (Orgs.) (2012). Ensinar e Aprender Online com Tecnologias Digitais: Abordagens Teóricas e Metodológicas. Porto: Porto Editora
Moreira, José A. M; Monteiro, Angélica. 2010. "O Trabalho Pedagógico em Cenários Presenciais e Virtuais no Ensino Superior", Educação, Formação e Tecnologias 3, 2: 82 - 94.

domingo, 14 de maio de 2017

              Rede de Bibliotecas Escolares nasceu há 20 anos

  Esta noticia foi publicada no ano anterior, mas visto que se insere num tema que continua atual, deixei o link para darem uma espreitadela.
 " O elo de ligação entre as Novas Tecnologias e os livros "


https://www.rtp.pt/noticias/cultura/rede-de-bibliotecas-escolares-nasceu-ha-20-anos_a967531

sábado, 29 de abril de 2017

A Educação e a Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC)
 
 
 
 
 

 
  Estamos na Era das Tecnologias, rodeados por elas em qualquer espaço ou momento. Os nossos filhos são nativos digitais e nada os separar das mais poderosas tecnologias.
  Com o avanço das TIC, dia para dia faz todo o sentido o nascer de um novo paradigma, o do ensino/aprendizagem.
  E agora? Qual será o papel da escola? E dos professores?
  Mudanças no contexto educativo, logo implicam mudanças nos papéis de agentes educativos.
  Urge a formação e atualização (sempre que necessária) adequada a todos o que façam parte deste processo, para poderem receber e usufruir das TIC os melhores benefícios no ambiente educativo.
  Nesta sociedade contemporânea, o papel da escola é deveras importante, para que o ser humano desenvolva com as capacidades necessárias para conseguir sobreviver, como ser adaptável, flexível, responsável, ter auto gestão para resolver problemas, auto aprendizagem e saber trabalhar em modo cooperativo e colaborativo (Belloni,1999).
  Com a chegada das TIC às escolas, os papeis tanto do professor como do aluno foram inevitavelmente alterados com o intuito que a escola se torne num espaço de descoberta, partilha, motivação e de aprendizagem.
  O papel do docente passou a ser de mediador, de incentivo e promover a pesquisa e construção do conhecimento, fomentar a colaboração, trabalho de partilha, impulsionar a interação, o debate de ideias e trabalho de críticas reflexivas
  O papel do discente passou a ser o de construtor do seu próprio conhecimento, criar espaços colaborativos de aprendizagem e um papel mais ativo dentro e fora da escola
  As tecnologias são um suporte vantajoso quando todos tiverem ao alcance do seu desafio, devem ser ajustadas á sala de aula, por isso há que encontrar novas estratégias, modelos pedagógicos que devem ser reavaliados e reestruturados incluindo agora as TIC, de modo a estimular a criatividade e motivar o aluno no seu processo de aprendizagem como aluno e como ser humano pertencente á sociedade.
  Há que saber tirar proveito das TIC por isso não nos podemos esquecer que em todo o processo de pesquisa, o saber filtrar e gerir toda a informação é realmente importante, tanto para os professores como para os alunos.
  Computadores, redes sociais e internet, etc., são um vasto mundo em que qualquer um se pode perder, por isso a orientação do professor é uma peça fundamental.
  Como refere Garvin 2000 “ aprender a aprender” é assim que todo o processo de ensino /aprendizagem se gera.
Bibliografia : Pocinho, Ricardo Filipe da Silva(Universidade de Coimbra); João Pedro Gaspar(Universidade de Coimbra). O uso das TIC e as alterações no espaço educativo. Exedra Journal, n. 6, p. 143-154,2011. Com arbitragem científica.
Referências adicionais: Meio de divulgação: Não informado; Portugal / Série: 2012.

 

 

 

 

 

 

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Universidade Aberta e a Educação Digital

  Paulo Dias o reitor da UAB, diz que esta foi criada com o objetivo de  "trabalhar para a população ativa" e "preparar o futuro na educação digital".
  Deixo o link abaixo onde estão alguns comentários do reitor Paulo Dias e os depoimentos de Catarina Martins , líder do Bloco de Esquerda e Horácio Ruivo, professor do ensino secundário de português e francês sobre as vantagens de puderem frequentar o ensino a distância.

http://www.dn.pt/sociedade/interior/a-universidade-que-preparao-futuro-da-educacao-digital-6215822.html

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A Internet


  O ensino e-learning é efetuado através da ligação à internet, a qual no mundo atual tornou-se aliada dos educadores trazendo novos estímulos e vantagens, sendo uma das principais, o elo entre a informação e os receptores e a comunicação entre todos.

  Para se obter um uso benéfico da internet temos de ter em conta alguns fatores, tais como: os problemas de navegação, estrutura, interatividade, complexidade, segurança, estabilidade e o tempo gasto pelos utilizadores.

  A internet é um grande meio comunicacional, de forte ligação a nível geral e de aprendizagem como uma ferramenta de ensino (os professores podem na adaptar às necessidades de cada aluno, de modo a motivá-los e ajudá-los na aprendizagem).

   A “Web 1.0” a primeira de todas é basicamente de leitura, não existindo interatividade, os utilizadores não podem interferir é uma internet de apresentação unilateral e estática.

  No ensino online a comunicação é mediada pelo computador (computer- mediated communications- CMC) através da comunicação assíncrona ou síncrona e uma aprendizagem colaborativa.

  Mais tarde, a “Web 2.0” tem como objetivo encontrar melhores resultados para os problemas da primeira (highter-order outocomes) como a organização apropriada, sequenciação e orientação capacitada.

  A “Web 2.0” é assinalada como Tagging, uma internet com espírito de comunidade, notando-se cada vez mais pelo uso das redes sociais. As novas ferramentas como os wikis, blogs e podcast trouxeram uma web com base na escrita (writting web) e a possibilidade dos utilizadores poderem criar, fazer, desenvolver e apresentar a sua própria informação a outros utilizadores, além de poderem trocar mensagens e compartilharem arquivos, mesmo estando distantes espacial e geograficamente.

  Web 3.0, designada por web semântica, caraterizada pelo  acesso à internet via dispositivos móveis e tecnologia  com grande desenvolvimento a nível social. A Web 3.0 vai arranjar uma linguagem quer permita a interatividade entre o homem e a máquina, de modo a que as máquinas possam ler as páginas da net, para ajudar a efetuar alguns trabalhos.

Comentário:

  A internet contribuiu para facilitar a aprendizagem online, na troca de informação e a nível comunicacional. Os alunos já podem explorar e trabalhar com novas ferramentas e exporem os seus trabalhos com a vantagem do feedback dos outros utilizadores, desenvolverem as suas capacidades cognitivas e trabalharem com motivação numa aprendizagem colaborativa sendo uma comunicação mediada pelo computador. Cada vez a internet tenta chegar mais longe. A evolução de uma internet bem estruturada é a evolução de uma aprendizagem online de qualidade.

Bibliografia:

Fahy, P. (2008) - As Características dos Meios de Aprendizagem Interactiva Online (pp. 16-17). Disponível em: